quarta-feira, 11 de maio de 2011

Pais em pânico com aumento de pedofilia

Porto Velho (RO) - “Eles” agem próximo aos colégios, praças, barzinhos, lanchonetes e locais onde estudantes adolescentes, a maioria, menores, costumam se reunir após o término das aulas.
A maior arma destes criminosos é a sedução. São os chamados pedófilos que prometem dinheiro, presentes e até mesmo alimento as vítimas, muitas vezes, crianças de pouca idade, que iludidas, se deixam seduzir por estes criminosos, que após conquistar suas vítimas, as mantém refém de suas perversidades e taras sexuais, sem que as famílias nem desconfiem que seus filhos estão sendo abusados e explorados sexualmente.
Ainda conforme estatísticas, muitos destes abusadores, são pessoas com boas condições financeiras e de posse, situação que facilita a ação destes maníacos. Ainda segundo dados oficiais e de Conselhos tutelares que tratam de menores vítimas de exploração, violência, abuso e maus tratos, muitos destes criminosos são pessoas próximas das vítimas, que conquistam a confiança de pais e familiares das crianças, que em muitos casos sofrem ameaças para ficarem em silêncio. Ainda segundo denúncias, estes menores são vítimas de abuso dos próprios pais, padrastos, tios e avós. E para piorar a situação, este tipo de crime é encoberto pela própria família das vítimas, por vergonha ou conivência com o criminoso.
Outro artifício usado para este tipo de crime é a Internet. Os pedófilos usam a redes de relacionamento para seduzir menores que acessam a rede de computadores, na maioria sem o controle dos pais, o que facilita a ação dos pedófilos.
Em Porto Velho, apesar de autoridades combaterem este tipo de crime, o aumento de casos de abuso sexual contra menores é uma realidade crescente, índices que são constatados através de denúncias repassadas aos Conselhos Tutelares, principalmente nas regiões onde estão sendo construídas A usina de Jirau e nos bairros periféricos da capital, onde muitos casos são registrados nas Delegacias de Polícia, por meio de denúncia feitas por populares e vizinhos destas pequenas vítimas.

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